sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Victor Hugo

Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre os ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam!
Eles sabem que possuem asas. - Victor Hugo -


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dias e dias

Tem dias que valem mais do que anos...
Dias de verdades doídas, mas tão necessárias.
Dias de encontros, embora ainda cheios de reservas...
Onde as urgências acontecem, as distâncias diminuem e os sonhos aumentam.
Dias que a gente fala pra poder ouvir.
É quando a gente descobre que aquela velha chama, quase já sem vida, volta a acender com um simples sopro.
Quando a gente sabe, que entre o que fomos e o que podemos ser, a gente lateja.
E que é nesse intervalo que a gente se acerta... São dias adultos.
Porque sempre perto de desacreditar, um milagre acontece.
E agora só quero dias assim, gigantes...
É que sou feita de fé, sou feita de amor.


Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada! - Freud

Floresça


MEDOS.

Hoje, falo um pouco com vocês sobre Medos.

O importante aqui é entender o processo.

Cada vez que o nosso cérebro detecta nossas preocupações, ele “interpreta” que estamos com medo ou em perigo, justamente a partir do que estamos pensando ou vivenciando e, imediatamente, de maneira automática e instintiva, irá modificar o nosso corpo para a resposta de enfrentamento ou de fuga do inimigo potencial.


Sobre os Medos, tenho a dizer que cada medo precisa ser analisado cuidadosamente, porém, podemos afirmar que a maioria dos medos neuróticos representa uma repressão de um potencial ou do entusiasmo de uma determinada pessoa.
Normalmente, a coisa de que se tem medo mostra potenciais e capacidades que o indivíduo em questão está negando em si mesmo.
É comum que os potenciais negados em nós sejam transferidos para coisas, situações, animais.
O medo, então, é um mecanismo para que possamos perceber e resgatar esses potenciais negados.
É interessante perceber que o medo exerce fascínio e atração, e no fundo, a pessoa acaba sempre lidando ou atraindo essas coisas de que tem medo, novamente, para que se possa perceber, através dos seus medos.
Os medos não são do futuro.
Como o futuro ainda não existe, todo medo do futuro é uma projeção de medos atuais com os quais a pessoa já convive.
E mais ainda, todo medo do futuro, que na realidade é atual, só é um reflexo das posturas que a pessoa tem tido consigo mesma.